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Como é feito o tratamento?

O que é o coito programado?

O coito programado, também chamado de namoro programado, é considerado um tratamento de baixa complexidade em reprodução humana. Trata-se de uma técnica de reprodução usada, basicamente, para corrigir o distúrbios ovulatórios que dificultam a gravidez.

 

Para quem o tratamento é indicado?

O coito programado é indicado, principalmente, para mulheres que têm dificuldade para ovular (quadros de disovulia) ou que não ovulam sem o uso de medicação. É o que ocorre em alguns casos de ovários policísticos.

 

Já se a causa da infertilidade for ligada à endometriose ou ao fator masculino (grave ou intermediário), é preciso recorrer a outros tipos de tratamentos de reprodução assistida. Eles podem ser de baixa complexidade (como a inseminação artificial) ou de alta complexidade (como a fertilização in vitro).

 

Como é feito o tratamento?

No coito programado, realiza-se a indução da ovulação por meio da administração de uma medicação oral (hormonal), a qual tem baixo risco de complicações. Ao mesmo tempo, é feito controle ecográfico (por meio do ultrassom transvaginal) da resposta ovariana, para avaliar o crescimento dos folículos (estruturas que abrigam os óvulos).

 

O acompanhamento ecográfico é feito na própria clínica e permite ver quais folículos crescem e o quanto crescem. As ecografias podem ser realizadas diariamente ou a cada dois ou três dias, dependendo do estágio que estiver a indução da ovulação. Isso ocorre durante dez a 15 dias, variando conforme as necessidades de cada paciente.

 

Quando os folículos chegam ao tamanho adequado, normalmente, utiliza-se uma medicação injetável (injeção subcutânea) para disparar a ovulação. “Sabe-se que, após o disparo, a ovulação acontece em 36 horas”, afirma a Dra. Carla Regina Schmitz Vigo, especialista em Reprodução Humana e diretora da Clínica Effetto.

 

Partindo dessa informação, o casal recebe orientação sobre o período em que deve manter relação sexual. Em última análise, o coito programado ajuda a otimizar as chances de engravidar no respectivo mês.

 

“Além disso, o coito programado pode ser realizado de outras formas. Pode-se, por exemplo, usar injeções subcutâneas durante a indução da ovulação em pacientes que não respondem à medicação oral. Outras vezes, não é preciso usar o disparo ovulatório, pois a mulher faz o pico hormonal sozinha. Ou seja, existem variações da técnica, mas, geralmente, o tratamento consiste na indução da ovulação por medicação oral, disparo ovulatório por medicação subcutânea e, então, o namoro em casa”, sintetiza a médica.

 

Quais são as chances de sucesso?

“Se todas as demais variáveis relacionadas à fertilidade estiverem funcionando bem, em três tratamentos de coito programado a paciente deve engravidar. Por isso, não costumamos indicar a técnica por mais de seis meses — afinal, se a causa da infertilidade for a ovulação, a gravidez vai acontecer nesse período”, afirma a especialista.

 

Para fazer o teste de gravidez, recomenda-se esperar, pelo menos, 15 dias. Se não for confirmada, é preciso pensar em outra estratégia de tratamento.

 

Por que o acompanhamento do especialista em reprodução assistida é essencial?

“Às vezes, um ‘simples’ indutor da ovulação pode fazer crescer cinco, seis folículos, levando a gestações múltiplas — as quais têm alto risco de que algo não dê certo. Por isso, as pacientes precisam ser acompanhadas de perto pelo especialista, para se ter certeza que tudo está ocorrendo dentro do esperado”, diz Dra. Carla.

 

Para que a paciente fique em segurança e, ao mesmo tempo, seja possível chegar ao melhor tipo de tratamento, com chance de sucesso dentro de seis meses (muitas vezes, dentro do primeiro mês), é preciso que o especialista tenha um olhar sobre todo o funcionamento do aparelho reprodutor. Nesses casos, ele pode indicar não apenas o coito programado, mas apontar a necessidade de outro(s) tratamento(s) adjuvantes.

 

Estas informações servem somente para orientação geral a respeito dos procedimentos e não podem ser consideradas como uma consulta médica. Apenas o médico com expertise na área pode indicar o tratamento de escolha para seu caso específico, seja ele com o coito programado e/ou por meio de outra técnica de reprodução.

 

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