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Como é feito o tratamento?

O que é a inseminação intrauterina?

A inseminação intrauterina (IIU) é um tratamento de reprodução assistida, considerado de baixa complexidade. Nele, é possível apenas acompanhar a ovulação da paciente ou realizar a indução de ovulação. “Normalmente, opta-se pela indução, para melhorar as chances de sucesso naquele ciclo de tratamento”, afirma Dra. Carla Regina Schmitz Vigo, ginecologista especialista em Reprodução Humana e diretora da Clínica Effetto, em Caxias do Sul, RS.

Inseminação intrauterina: como funciona?

“Quando a paciente estiver no seu período fértil, após ter ovulado (a gente consegue fazer o controle disso), o parceiro coleta o sêmen. Esse é processado (existem diferentes métodos), para que fique mais concentrado e melhor, ou seja, com uma maior quantidade de espermatozoides móveis”, explica a especialista.

Então, eles são colocados no útero da paciente, para que encontrem o óvulo na trompa. Na prática, a inseminação intrauterina encurta o caminho até o óvulo, afinal, os espermatozoides não precisam passar pela vagina nem atravessar todo o colo do útero.

Assim, trata-se de um tratamento um pouco mais complexo do que o coito programado, no qual o casal tem a relação sexual em casa. Porém, é muito mais simples do que um tratamento de fertilização in vitro (FIV).

Quais são as etapas do tratamento?

Como explicado, geralmente, a paciente faz uso diário de medicações injetáveis (chamadas gonadotrofinas). Ao mesmo tempo, realiza-se o controle ecográfico, a cada dois ou três dias, para acompanhar o crescimento dos folículos.

Quando os folículos chegam ao tamanho desejado, utiliza-se uma medicação para o disparo da ovulação. Cerca de 36 horas depois, o sêmen é coletado e, então, processado — isso é necessário para que os melhores espermatozoides sejam separados e, só então, colocados no interior uterino.

 

Para saber mais, assista este vídeo!

 

Para quem a inseminação intrauterina é indicada?

“A inseminação intrauterina é mais direcionada para quando existe uma causa masculina leve (não pode ser muito grave). É o caso de pacientes que têm parâmetros no sêmen que não são muito alterados, indo de graus leves a moderados”, diz Dra. Carla

“Ao mesmo tempo, não é possível ter nenhuma causa feminina ou, no máximo, ter uma causa feminina leve. Por exemplo, a IIU pode ser indicada para pacientes com distúrbios ovulatórios que podem ser tratados com a indução de ovulação”, complementa.

Assim, esse tipo de tratamento é mais indicado para casos em que a causa da infertilidade tem boas chances de ser resolvida apenas com o processamento do sêmen — realizado antes da inseminação. Além disso, a IIU também é indicada quando:

 

  • o parceiro é azoospérmico e é preciso utilizar o sêmen de um doador;
  • trata-se de um casal homoafetivo feminino, portanto, é preciso recorrer a um banco de sêmen;
  • existem autoanticorpos, pois, nestes casos, o processamento do sêmen pode ser bastante benéfico;
  • há alguma doença sexualmente transmissível (DST), que obrigue o casal a ter apenas relações com o uso de preservativos, pois a técnica reduz as chances de transmissão.
 

[Saiba mais na aba de Tratamentos — Ovodoação]

 

Qual é a idade mínima para fazer uma inseminação intrauterina?

Para realizar um tratamento de inseminação intrauterina, a paciente ou o casal precisa ser maior de idade. Isso, contanto, que exista indicação atestada para o procedimento.

Já a idade máxima para uma mulher realizar um tratamento de reprodução assistida no Brasil, de acordo com a Resolução nº 2.294/2021, do Conselho Federal de Medicina (CFM), é 50 anos. Porém, a IIU costuma ser indicada para pacientes mais jovens, muitas vezes, sendo uma das primeiras opções de tratamento.

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) recomenda que casais com mulheres com menos de 35 anos procurem ajuda especializada após um ano de tentativas de engravidar sem sucesso. Já para mulheres a partir dessa idade, a espera deve ser de, no máximo, seis meses.

Existe contraindicação para o uso da inseminação intrauterina?

A inseminação intrauterina pode ser considerada “contraindicada” para alguns casos. “Um casal que é sorodiscordante em alguma infecção pode, sim, recorrer à técnica para diminuir o risco de contaminação — em comparação à relação desprotegida em casa. Porém, muitas vezes, o uso do sêmen de um doador ou até a adoção podem ser vias mais indicadas”, esclarece a especialista.

Existe clínica de inseminação intrauterina em Caxias do Sul?

Quem tem indicação para realizar um tratamento de inseminação intrauterina em Caxias do Sul pode contar com a estrutura e o corpo clínico da Clínica Effetto. Somos um centro de reprodução assistida especializado em diversos tratamentos, entre eles, a IIU.

 

Atenção: esse conteúdo tem caráter meramente informativo e não substitui a avaliação por meio de uma consulta médica individualizada. Somente um especialista em reprodução assistida pode indicar o melhor tratamento para cada paciente.

 

Caso tenha ficado com alguma dúvida, sinta-se à vontade para entrar em contato. Teremos prazer em ajudar!

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