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Como funciona?

O que são cirurgias pélvicas femininas?

A pelve fica na região inferior do abdômen. As cirurgias pélvicas femininas são procedimentos realizados para tratar patologias no sistema reprodutor da mulher. Elas também são conhecidas como cirurgias ginecológicas.

Quais são os principais tipos de procedimentos?

 
Há três tipos de cirurgias pélvicas femininas que podem ser indicadas na área da reprodução assistida:
  • cirurgia de endometriose profunda;
  • salpigoplastia ou plástica tubária;
  • cirurgia de isolamento tubário, realizada por ligadura tubária ou por salpingectomia (cirurgia para retirada das trompas de Falópio).
Quando são indicadas?

“A principal indicação das cirurgias na região pélvica é o restabelecimento da saúde e alívio dos sintomas — sabe-se que a dor pélvica pode comprometer a qualidade de vida da paciente. E ao mesmo tempo, existe o benefício de melhorarem a fertilidade”, explica afirma a Dra. Carla Regina Schmitz Vigo, especialista em Reprodução Humana e diretora da Clínica Effetto.

O tratamento cirúrgico da endometriose, por exemplo, tem como objetivo tratar as causas da dor pélvica e recuperar a qualidade de vida das pacientes. Sabe-se que a dor pélvica é debilitante e pode impactar, negativamente, o dia a dia das mulheres.

Ao mesmo tempo, estudos mostram que a cirurgia de endometriose (indicada para casos moderados a graves) pode melhorar as taxas de gravidez das pacientes acometidas pelo problema. No entanto, esse tipo de cirurgia nem sempre é a primeira escolha de tratamento: por isso, as indicações devem ser sempre individualizadas. Em alguns casos, a cirurgia pode mais prejudicar do que auxiliar a alcançar o sonho da gravidez!

Como funcionam e de que maneira contribuem para a fertilidade?

Antigamente, a videolaparoscopia (procedimento feito com uma microcâmera, para melhor visualização dos órgãos e estruturas pélvicas, e pequenas pinças) era muito utilizada dentro da investigação de infertilidade. Hoje em dia, o procedimento com objetivo diagnóstico não costuma ser mais realizado.

Atualmente, a videolaparoscopia pélvica é empregada com o objetivo terapêutico. Por ser minimamente invasiva, a técnica proporciona maior precisão operatória e gera menos traumas, diminuindo o desconforto no pós-operatório e permitindo uma recuperação mais rápida. Ela pode ser utilizada em casos de:

 

  • cirurgia de endometriose profunda, realizada por exemplo, quando a paciente tem dor pélvica crônica e intensa e/ou comprometimento de algum órgão importante (como o ureter, o intestino e a bexiga, por exemplo);
  • salpigoplastia (também chamada de plástica tubária), indicada para pacientes com patologias tubárias (ou com patologias tubárias associada à endometriose), que levem à obstrução tubária motivadora de processos inflamatórios;
  • cirurgia de isolamento tubário, feita com o objetivo de isolar a trompa, por meio de duas técnicas (ligadura tubária ou salpingectomia), usada em casos de hidrossalpinge — um tipo de dilatação da trompa, considerada uma patologia tubária grave, a qual é, comprovadamente, ligada à falha na implantação dos embriões em pacientes submetidas à fertilização in vitro (FIV).

No entanto, esse procedimento precisa ser muito bem indicado e conversado com a paciente. Isso porque, ele pode trazer o benefício para algumas pacientes que necessitam da FIV para engravidar, mas acaba com a chance de que uma gravidez natural aconteça em algum momento.

Vale ressaltar que a fertilização in vitro é o principal tratamento de fertilidade indicado para pacientes com alterações tubárias decorrentes de endometrioses, hidrossalpinges e outras patologias que afetam o interior das trompas. Isso porque, elas prejudicam o transporte dos gametas, dificultando a ida do embrião para o útero.

 

Saiba mais na aba de Tratamentos — Fertilização in vitro

 

E no caso da doença inflamatória pélvica?

doença inflamatória pélvica (DIP) é uma infecção dos órgãos reprodutores superiores (trompas, ovários, útero e colo do útero) e a principal causa de doença tubária e peritoneal. Ela gera dor pélvica e é, frequentemente, associada a casos de infertilidade, deixando sequelas como disfunção ou obstrução tubária, aderências e hidrossalpinge.

Porém, o tratamento da doença inflamatória pélvica costuma ser feito com medicamentos antibióticos e drenagem dos abscessos. A exceção são casos mais graves, em que há ruptura do abscesso tubo-ovariano — os quais exigem cirurgia de emergência.

 

As informações sobre cirurgias pélvicas femininas servem, somente, para orientação geral a respeito dos procedimentos e não podem ser consideradas como uma consulta médica. Apenas o médico com expertise na área pode indicar o tratamento de escolha para seu caso específico. 

A Dra. Carla também explica mais sobre "Cirurgia Pélvica Feminina" no YouTube. Clique aqui e assista!  

 

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