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Entenda a diferença entre FIV e inseminação artificial

Você sabe a diferença entre fertilização in vitro (FIV) e inseminação artificial? Ambas são técnicas de reprodução assistida indicadas quando a gravidez, de maneira espontânea, não acontece. Muitas vezes, elas são sugeridas quando técnicas mais simples, como a indução de ovulação com coito programado, não surtem o resultado desejado. Já em casos de infertilidade mais sérios, podem ser a primeira opção.

Neste artigo, explicamos as particularidades de cada tratamento e mostramos quando são indicados. Continue a leitura e tire suas dúvidas!
 

Qual é a diferença entre FIV e inseminação artificial?


A principal diferença entre a FIV e a inseminação artificial é o local onde a fecundação ocorre. Na inseminação, ela se dá no aparelho reprodutor feminino e, na FIV, é realizada em laboratório e, só então, o embrião é transferido para o útero. A seguir, entenda como cada processo ocorre.
 

Inseminação artificial


A inseminação artificial, também conhecida como inseminação intrauterina, é um tratamento de baixa complexidade. Na técnica, a paciente precisa injetar medicamentos indutores de ovulação diariamente e realizar o acompanhamento ecográfico do crescimento dos folículos a cada dois ou três dias.

Quando os folículos alcançam o tamanho necessário, ela recebe uma medicação que dispara a ovulação. Então, cerca de 36 horas depois, coleta-se o sêmen e é feita a seleção dos melhores espermatozoides. Esses são separados e colocados no fundo do útero, para seguir seu caminho. A partir daí, a fecundação deve ocorrer naturalmente.
 

Fertilização in vitro (FIV)


A fertilização in vitro (FIV) é um tratamento de alta complexidade. Assim como ocorre na inseminação artificial, a paciente precisa injetar medicamentos indutores de ovulação diariamente, mas as doses indicadas são mais altas.

Nessa fase, realiza-se, também, o rigoroso controle ecográfico do crescimento dos folículos. Isso é feito a cada dois ou três dias, por vezes diariamente.

Quando os folículos alcançam o tamanho necessário, ela recebe uma medicação que dispara a ovulação. No caso, pode ser usado o hormônio gonadotrofina coriônica humana (HCG) ou um análogo de hormônio liberador de gonadotrofina (GNRH).

Após 36 horas da administração dessa medicação, realiza-se uma punção transvaginal para captação dos óvulos. Se estiverem devidamente maduros, eles seguem para o laboratório onde são colocados em contato com os espermatozoides, em um meio de cultura.

Esse recipiente será guardado em uma estufa (uma espécie de incubadora), a qual simula as mesmas condições das trompas. Nesse momento, inicia-se a fertilização in vitro, propriamente dita.

Assim, na FIV, colocam-se centenas de espermatozoides em contato com cada um dos óvulos colhidos. A partir de então, é preciso esperar para que algum deles consiga fecundar o óvulo e, consequentemente, dar início à formação do embrião.

Outra possibilidade é usar a técnica de injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). Na FIV por intermédio da ICSI, o embriologista injeta o espermatozoide, previamente selecionado, diretamente no óvulo.

A opção pela FIV convencional ou pela ICSI depende das necessidades de cada paciente. Seja como for, os embriões formados ficam em estufas por três a sete dias, enquanto se desenvolvem. Após esse período, um ou mais são transferidos para o útero da paciente — por meio de um processo praticamente indolor.

 

Quando cada técnica é indicada?


As técnicas de reprodução assistida são indicadas para quem está tentando engravidar há, pelo menos, um ano em mulheres com menos de 35 anos, ou 6 meses para mulheres acima dessa idade. Em geral, inicia-se pelos tratamentos mais simples e, conforme a necessidade, recorre-se às técnicas mais complexas.

Sempre tentamos a técnica mais assertiva para cada paciente. É o caso de fatores como queda da reserva ovariana, por conta da idade, ou quando a paciente terá que se submeter a algum processo que, sabidamente, comprometerá sua fertilidade.

Em relação à escolha da técnica, tudo depende das causas da infertilidade. A inseminação artificial é especialmente indicada para casos de baixa qualidade e/ou quantidade de espermatozoides, em que a mulher se encontra plenamente saudável.

Para aumentar as chances de engravidar a amostra de esperma é avaliada e apenas os melhores são selecionados. Caso não seja possível obter espermatozoides do parceiro ou em caso de uma produção independente, recorre-se a um banco de sêmen.

A fertilização in vitro, por sua vez, costuma ser indicada para casos de anormalidades na tuba uterina, distúrbios ovulatórios, endometriose, aderências pélvicas, entre outros problemas. Pacientes com infertilidade de causa desconhecida também são boas candidatas ao procedimento. Já quando a causa se deve ao fator masculino e a inseminação artificial não funcionou, costuma-se recomendar a ICSI.

Por fim, como mostrado, a principal diferença entre FIV e inseminação artificial é onde acontece a fertilização. Para descobrir o melhor tratamento para você, o primeiro passo é consultar um especialista em reprodução humana. Após diagnosticar as causas da infertilidade ele poderá, enfim, sugerir a técnica mais adequada.

Se você está enfrentando dificuldades para engravidar, não demore para buscar ajuda. Caso necessite, entre em contato e agende uma consulta agora mesmo!


 

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