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SÉRIE – ABORTOS: Causas Genéticas

    Causas ou anomalias genéticas estão presentes em até 50% dos casos de aborto ou perda gestacional precoce (antes dos três meses de gravidez). E no que consistem essas anomalias? Na verdade, nós seres humanos normalmente possuímos 46 cromossomos que contém todo o material genético que precisamos para nos desenvolver.

    Quando estamos falando em anomalias genéticas causando aborto, geralmente nos referimos a um desbalanço nesse número de cromossomos, ou a mais, ou a menos. Algumas alterações cromossômicas são compatíveis com a vida, como a Síndrome de Down, por exemplo, em que eu tenho um cromossomo 21 a mais, totalizando 47 cromossomos. Mas a grande maioria termina em perdas gestacionais precoces...

    Mais de 95% dessas alterações são ao acaso, ou seja, acontece uma falha específica no óvulo ou no espermatozoide daquela gravidez, então ela não pode ser prevista e não necessariamente vai se repetir. Mas existe um percentual em que há alteração nos cromossomos dos pais, e nesses casos pode ser feito o diagnóstico através de um exame chamado cariótipo.

    Hoje ainda não temos ferramentas terapêuticas para corrigir uma alteração genética no embrião... No entanto, em casais que fazem tratamento com fertilização in vitro, podemos fazer diagnóstico de algumas alterações genéticas antes de o embrião ser transferido para o útero da mãe, evitando assim mais uma perda para aqueles casais que já sofreram tanto com perdas anteriores.

    Quem desejar saber um pouco mais a respeito, assista ao vídeo explicativo ou entre em contato conosco!

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