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SÉRIE – ABORTOS: Fatores Anatômicos ou de Estrutura do Útero

O nosso útero, mais especificamente sua camada interna chamada de endométrio, é a primeira estrutura que precisa acolher o nosso embrião da melhor forma possível para que a gestação transcorra bem até a chegada do bebê. No entanto, existem alguns problemas com os quais podemos nascer e outros que podemos adquirir ao longo da vida que podem atrapalhar esse processo tão belo e importante que é a implantação e desenvolvimento embrionário, e que pode acabar levando ao aborto.

Durante o desenvolvimento embrionário das mulheres podem ocorrer malformações, chamadas mullerianas, que dizem respeito ao nosso aparelho reprodutor, que podem passar silenciosas por toda a vida. Estas alterações podem ser eventualmente vistas em uma ecografia transvaginal comum, mas geralmente precisam de exames mais sofisticados para serem adequadamente diagnosticadas. Alguns tipos de malformação podem ser corrigidos cirurgicamente, outros não, por isso a importância de caracterizarmos bem o caso de cada mulher.

Já entre causas adquiridas de alterações estruturais que podem levar a perdas repetidas da gestação estão pólipos, miomas, “cicatrizes” após curetagens ou após infecções, infecções propriamente ditas (chamadas endometrites) e adenomiose. O papel de algumas dessas doenças em relação ao aborto ainda é controverso, mas nós costumamos optar pelo tratamento de toda e qualquer alteração, principalmente se já há histórico de perda.

Enfim, o útero é a primeira morada de qualquer bebê, e na medida do possível precisamos “arrumar a casa” para poder receber bem o nosso embrião. Um bom processo inicial de implantação embrionária é fundamental para que novas perdas gestacionais não aconteçam.

Quem desejar saber um pouco mais a respeito, assista ao vídeo explicativo ou entre em contato conosco!
 

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