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Casais homoafetivos masculinos

A medicina reprodutiva é ainda mais importante neste cenário, já que aqui serão necessários dois processos distintos: ovodoação associado a útero de substituição e um dos parceiros fornecerá o sêmen para posterior fertilização com o óvulo doado.

A legislação brasileira orienta que o processo de ovodoação seja anônimo. Ou seja, quem doa não sabe quem recebe e quem recebe não sabe quem doou, embora o casal tenha sim, acesso as características da doadora. Já no processo de útero de substituição, a orientação é que a mulher tenha grau de parentesco com algum dos parceiros, usualmente até 4° grau. Em situações mais especificas, é preciso solicitar autorização judicial para que pessoas sem parentesco possam participar deste processo.

Embora muitas etapas sejam necessárias, o processo funciona bem e com ótimas chances de sucesso.

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